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domingo, 16 de dezembro de 2012
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Profissões com mais PSICOPATAS
As profissões com mais psicopatas
Saiu "do armário" mais uma neurose americana... Agora em forma de livro, que apresenta dados estatísticos de pesquisas, outra mania americana, pois eles fazem pesquisas e estatísticas pra saber de tudo sobre tudo.
Nesse caso o psicólogo Kevin Dutton, autor do livro “A sabedoria dos psicopatas: o que santos, espiões e serial killers têm a ensinar sobre sucesso”, listou as profissões com mais psicopatas: CEOs, advogados e jornalistas de TV lideram o ranking.
De acordo com ele, a carreira que apresenta mais psicopatas é a de CEO.
Em segundo lugar vêm os advogados. Para Dutton, os psicopatas são profissionais responsáveis por decisões objetivas, de caráter cínico e desvinculado de sentimentos.
Profissionais de rádio e TV estão em terceiro lugar da lista.
Em quarto lugar estão os comerciantes.
Jornalistas estão no sexto lugar da lista de Dutton. Para ele, os casos de psicopatia têm em comum algumas características, como emoções superficiais, tolerância ao estresse, falta de empatia, frieza, falta de sentimento de culpa e egocentrismo.
Os policiais aparecem em sétimo lugar na lista de profissionais com mais psicopatas.
Sacerdotes religiosos estão em oitavo lugar. O psicólogo listou como outras características dos psicopatas: comportamento manipulativo, irresponsabilidade, impulsividade, vida parasitária, atitudes ilícitas e gestos antissociais.
Os burocratas surgem em décimo lugar. Agente de saúde, enfermeiro, terapeuta, esteticista e cabeleireiro, assistente social, professor, artista, clínico e contador são as profissões com menor incidência de psicopatas.
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Mente Criminosa: A Psicopata Mora ao Lado
Há um livro muito famoso chamado "Mentes perigosas - o psicopata mora ao lado", da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva. O assunto é da maior importância, e a leitura imprescindível para todos.
Antigamente havia uma série televisiva de muito sucesso - Os Invasores - que mostrava seres extraterrestres, idênticos a nós, que se infiltravam no planeta com intenções danosas, para prejudicar a humanidade.
Os Psicopatas estão entre nós, não são seres de outros planetas, mas "humanos", como nós. E não são doentes mentais. Eles padecem de Insanidade Moral, ou seja, mau-caratismo, falta total de escrúpulos. Quando escolhem uma vítima, invadem sua vida, e o fazem racionalmente, comportando-se como verdadeiros predadores, feras raivosas, destrutivas, camufladas por uma aparência doce e inofensiva.
Só aparência. São pessoas amorais, nefastas, frias e altamente nocivas à sociedade.
Há anos sou vítima de uma psicopata familiar, que mente, rouba, trai, lesa, aplica golpes, arma fraudes e promove ilícitos, sem cerimônia, sem remorsos. Uma autêntica Enciclopédia do Crime, desequilibrada, sem freio moral.
Estou escrevendo um livro-reportagem sobre a escalada delinquente desta "alpinista social" sob o título provisório de "Mente criminosa: a psicopata mora ao lado". Não sendo psiquiatra, narro os fatos do ponto de vista da vítima: jornalismo investigativo, em linguagem objetiva, informativa, mostrando como uma pessoa que não tem competência sequer para ler e escrever corretamente consegue contaminar (e a palavra é esta) contaminar filhos, genros, vizinhos, agentes públicos e outras tantas pessoas, e chegar quase à destruição da vida de sua vítima preferencial.
A delinquente vem promovendo vários atentados contra a vida e a integridade física da vítima, impedindo-a de transitar livremente, trabalhar, alugar sua casa etc. Para isso, conta com uma espécie de "exército particular", paus-mandados, línguas-de-aluguel, verdadeiros capachos, movidos a dinheiro e vantagens.
Numa cruzada insana para destruir o objeto de sua inveja doentia, a destrambelhada, ao que tudo indica, foi procurar apoio em servidores públicos corruptos. Tudo para roubar a vítima de sua fúria.
Mais dia, menos dia, o Brasil pode vir a conhecer esta figura, ainda rastejando no esgoto sombrio da impunidade.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Psicopatas e Corruptos
Cérebro insensível é mais vulnerável à corrupção, dizem pesquisadores
DÉBORA MISMETTI
Uma pessoa que não tem medo diante de ameaças e que não sente indignação está mais vulnerável ao comportamento corrupto.
A hipótese, baseada na análise de imagens do cérebro captadas por meio de ressonâncias magnéticas funcionais e em exames que detectam as descargas de adrenalina do sistema nervoso, foi apresentada hoje [junho 2010] no congresso Cérebro, Comportamento e Emoções, em Gramado, pelo neurologista André Palmini, da PUC do Rio Grande do Sul.
Palmini explicou que há um senso de justiça presente no cérebro de quase todas as pessoas. Quando presenciamos a justiça sendo feita, sentimos uma identificação com isso, uma empatia. Se vemos uma injustiça, sentimos nojo. "Quando sentimos nojo, ativamos a ínsula, região do cérebro essencial para o comportamento moral", disse o médico. Daí vem a sensação de indignação que normalmente surge diante da corrupção. Mas, como cada cérebro é diferente, há quem tenha reações diferentes.
De acordo com as pesquisas citadas pelo médico, é possível observar as conexões entre as regiões morais do cérebro: o cíngulo anterior e a ínsula. Assim como cada região do cérebro tem funções específicas, essas conexões também desempenham seus próprios papéis.
Nesses estudos, foram aplicadas escalas para medir o nível de empatia das pessoas em relação à sociedade. Quanto menor a conexão entre essas duas regiões emocionais e morais do cérebro, menor a capacidade que o indivíduo tem de funcionar socialmente. Em pessoas com conexões mais fortes, havia maior capacidade de indignação e entendimento da moral.
"O status dessas redes neurais influenciam a maneira como valorizamos os estímulos do ambiente. Isso varia muito entre as pessoas e é a base de como sentimos o mundo e como tomamos decisões", disse Palmini.
Em outro estudo, que media a reação de adrenalina em pessoas submetidas a situações de estresse, por meio da condutividade elétrica da pele, algumas não reagiam às ameaças. De acordo com o neurologista, isso indica que elas eram insensíveis. "Essa condição leva à tomada de decisão inadequada, porque a pessoa fica vulnerável a correr riscos desnecessários."
Crianças que apresentaram essa falta de reação aos três anos não respondiam a punições verbais. Aos oito, elas já tinham comportamentos agressivos. Elas não eram sensíveis ao meio, não mobilizavam seu "cérebro emocional".
"Quem não se condicionava, não tinha medo, tinha mais risco de cometer crimes mais tarde, aos 20 anos", afirmou Palmini.
Um cérebro que amadurece nessas condições fica mais predisposto a ter uma personalidade psicopata, segundo o médico. A ausência do medo da punição facilita o comportamento corrupto, aliada aos fatores ambientais, como a oportunidade de cometer delitos.
CORRUPTOS LESADOS
O pesquisador Antoine Bechara, da Universidade de Iowa, também apresentou sua explicação para esses comportamentos desviantes.
A ausência de moral do corrupto, segundo Bechara, é similar àquela apresentada pelos psicopatas, que não se preocupam com o outro. "Em pessoas normais, os valores morais e os riscos são ligados. Não há por que violar as regras", disse o neurologista.
O pesquisador afirma que há duas explicações para o cérebro corrupto. Ou há uma lesão cerebral, por motivos genéticos ou traumas sofridos na infância, ou a pessoa não tem lesão alguma, mas cresceu em um ambiente onde a corrupção não é punida.
O primeiro grupo não tem como aprender a diferenciar certo e errado, mesmo que sofra punições. Já o segundo pode conseguir se ajustar, se houver mudanças no ambiente.
De acordo com Bechara, pessoas com anormalidades no córtex pré-frontal repetem os erros, ainda que tenham uma alta capacidade intelectual. "Elas podem até ser mais bem sucedidas do que as pessoas normais, dependendo do meio em que atuam", disse o neurologista.
Ele explica suas conclusões por meio de um teste de jogo chamado Iowa Gambling Test. Nesse exame, são exibidas quatro possibilidades de aposta para o voluntário. Um par dá mais ganhos imediatos, mas leva a perdas maiores a longo prazo. O outro dá menos benefícios imediatos, mas resulta em um ganho grande no final.
Pessoas sem lesões cerebrais, em geral, sabem escolher a opção mais vantajosa a longo prazo. Quando há a lesão no córtex frontal, a pessoa erra mesmo quando já sabe qual é a melhor escolha. "Ainda que elas tenham uma reação negativa em relação à perda, não temem essa punição na hora de tomar a decisão", explicou Bechara.
Além de serem destemidas, essas pessoas não julgam moralmente os outros. Em testes que apresentam aos voluntários uma história de tentativa de homicídio que não dá certo, os normais acham isso um crime. As pessoas com lesão se mostram mais permissivas.
O curioso, segundo o neurologista, é que há pessoas normais que se comportam como se tivessem a lesão cerebral. Talvez, disse ele, elas tenham algum problema cerebral indetectável em exames. "Essas pessoas também são vulneráveis a comportamentos antissociais como a corrupção."
Ao final, Bechara lembrou que os psicopatas não são só os assassinos. "Eles estão na sociedade. Podem ser empresários, políticos, pessoas que não cometem crimes violentos, mas que exploram os outros, são imorais, usam cargos públicos para enriquecer e prejudicar os outros. Está na hora de revisitar as causas cerebrais para estudar o comportamento humano".
domingo, 1 de julho de 2012
O perigo pode estar mais perto do que imaginamos
Conceitos e Definições
Pessoas manipuladoras, sem nenhuma consideração pelo próximo, sem inclusive reconhecer seus semelhantes como seres humanos. Essas e outras tantas características descrevem o psicopata.
O psicopata define-se por uma procura contínua de gratificação psicológica, sexual ou impulsos agressivos, e da incapacidade de aprender com os erros do passado. Usando terminologia freudiana, a personalidade psicopática ocorre quando o ego não pode mediar entre o id e o super-ego, permitindo assim o id de se reger pelo princípio do prazer, e o super-ego não tem nenhum controle sobre as ações do ego. Em outras palavras, os indivíduos com esta desordem ganhariam satisfação através dos seus comportamentos anti-sociais, associados a uma falta de consciência.
Dentre tantas peculiaridades do psicopata a que mais chama a atenção é a ausência de culpa. O psicopata usa as pessoas para obter o que deseja, seja usando a crueldade para obter prazer, ou através da usura e exploração. Tem para si que seus atos não são maléficos e não causam nenhum dano a outrem, assim como não reconhecem suas atitudes como erradas. Ele não entende porque as pessoas ficam aterrorizadas perante suas atitudes. Isso se deve ao fato dele não reconhecer os sentimentos humanos, não podendo, assim, ter uma empatia com o outro. Além disso, diferentemente do que se pensa, essa patologia não causa delírios ou alucinações.
A psicopatia muitas vezes se manifesta ainda na infância e geralmente é confundida com agressividade. Crianças que manifestam crueldade gratuita, principalmente com animais, devem ser bem observadas.
Nas situações em que o psicopata não pratica atos passíveis de punição judicial, pode ter uma ascensão profissional digna de nota. Prejudicando os colegas e sendo desprovido de escrúpulos para obter benefícios próprios, o psicopata consegue, por exemplo, subir de cargo em uma empresa, ou manter-se no poder usando subterfúgios imorais ainda que sem cometer atos ilícitos. Quem não conhece alguém assim?
Estudos avaliam as diferenças entre os psicopatas não criminosos e os psicopatas criminosos. Tais estudos não chegam a uma opinião conclusiva para a questão: os psicopatas não criminosos não cometeram crimes ou apenas conseguiram ludibriar a polícia? As avaliações feitas nesses dois grupos de psicopatia mostraram semelhanças no comportamento de ambos, quase indistinguíveis. Os estudos revelam também que a personalidade e a propensão para atitudes imorais são semelhantes entre os grupos. O que os diferencia basicamente seria o meio onde o indivíduo está inserido, se beneficiado com educação e segurança familiar, a faceta criminosa não seria instalada.
Esses estudos visam principalmente desmistificar algumas idéias acerca dos psicopatas que normalmente são associados a maníacos criminosos com disfunções neurológicas. Ao contrário do que se pensa a maioria dos psicopatas não são violentos e a maioria das pessoas violentas não é psicopata.
Especialistas dizem que os psicopatas em sua grande maioria são homens. Os motivos para esta desproporção entre os gêneros ainda é desconhecido. A frequência entre as populações é praticamente a mesma, não havendo alterações estatísticas entre ocidentais e orientais e nem entre populações que têm ou não acesso a culturas modernas.
Segundo a revista SUPERINTERESSANTE (Julho-2006, p. 48), estas são as principais características de um psicopata:
CHARME - Tem facilidade em lidar com as palavras e convencer pessoas vulneráveis. Por isso, torna-se líder com frequência. Seja na política, no trabalho ou na cadeia.
INTELIGÊNCIA - O QI costuma ser maior que o da média: alguns conseguem passar por médico ou advogado sem nunca ter acabado o Colegial.
AUSÊNCIA DE CULPA - Não se arrepende nem tem dor na consciência. É mestre em botar a culpa nos outros por qualquer coisa. Tem certeza que nunca erra.
ESPÍRITO SONHADOR - Vive com a cabeça nas nuvens. Mesmo se a situação do sujeito é miserável, ele só fala sobre as glórias que o futuro lhe reserva.
HABILIDADE PARA MENTIR - Não vê diferença entre sinceridade e falsidade. É capaz de contar qualquer lorota como se fosse a verdade mais cristalina.
EGOÍSMO - Faz suas próprias leis. Não entende o que significa “bem comum”. Se estiver tudo OK para ele, não interessa como está o resto do mundo.
FRIEZA - Não reage verdadeiramente ao ver alguém chorando ou sofrendo.
PARASITISMO - Quando consegue a amizade de alguém, suga até a medula.
Dentre as variações da Psicopatia, o Psicopata Social é aquele que causa sofrimento a um grupo de pessoas, uma comunidade ou até mesmo a sociedade como um todo, sem esboçar qualquer arrependimento. Nada deixa esses indivíduos com peso na consciência. Não existe ramo de atuação humana onde se encontra mais esse tipo do que na política (com honradas exceções, é claro). Estes manipuladores sociais roubam, mentem, trapaceiam, caluniam, e nunca acham que faz alguma coisa de errado; não estão nem aí para o sofrimento alheio. Geralmente possuem uma esperteza superior, uma inteligência acima da média e habilidade para manipular quem está a sua volta. Não são sábios, são inteligentes, porque o sábio usa o seu raciocínio e o seu saber para a resolução dos problemas dele e de todos, pensando sempre no crescimento e na felicidade coletiva.
Justamente por achar que não faz nada de errado, o Psicopata Social repete seus erros e não conhece emoções e sentimentos nobres tais como o arrependimento, a solidariedade, o amor ao próximo e a compaixão. O país que se dane, a cidade que se dane, o povo que se dane! É assim que ele pensa no seu íntimo. A habilidade de mentir e manipular despudoradamente, muitas vezes sem levantar suspeitas, de hipnotizar platéias com sua lábia, seu dom de oratória, faz com que ele se saia bem na política e na liderança de grupos. Vide: Mussolini, Hitler, Nero, Átila, Collor, etc. são tecnicamente incapazes de frear seus impulsos sacanas e se munem de desculpas para justificar seu comportamento quando necessário, com a destreza e o talento de um brilhante ator.
Os Psiquiatras defendem que, apesar desta mentalidade doentia, eles devem ser responsabilizados pelos seus erros, porque possuem plena consciência de que seus atos não são corretos. E se cometem crimes, devem ir para cadeia como os outros criminosos, por ameaçar a convivência sadia, justa e harmônica da sociedade.
Alguns Psicopatas Brasileiros famosos e outros nem tanto:
Suzane Louise von Richthofen
O interesse da população pelo caso foi tão grande que a rede TV Justiça cogitou transmitir o julgamento ao vivo. Emissoras de TV, rádios e fotógrafos chegaram até a ser autorizados a captar e divulgar sons e imagens dos momentos iniciais e finais, mas o parecer definitivo negou a autorização. Cinco mil pessoas inscreveram-se para ocupar um dos oitenta lugares disponíveis na platéia, o que congestionou, durante um dia inteiro, a página do Tribunal de Justiça na internet. É dessas pessoas autorizadas que se conhece o que houve no julgamento.
[ para ver este caso na íntegra clique aqui ]
Francisco de Assis Pereira, o "Maníaco do Parque"
Antes de ser preso e julgado ele já havia sido detido como suspeito, mas liberado logo depois. Ao ver seu retrato falado nos jornais, ele fugiu para o sul do país. Ao desaparecer, deixou apenas o jornal e um bilhete sobre a mesa. Lamentava ter de ir embora, pedia desculpas pela forma repentina da partida. "Infelizmente, tem de ser assim." Assinado: Francisco de Assis Pereira. No mesmo dia, o empresário percebeu que havia algo de errado com o vaso sanitário da empresa. Tentou consertar duas vezes, mas não conseguiu. Na sexta-feira 24, quebrou o encanamento para descobrir a causa do entupimento e encontrou um bolo de papéis queimados, misturado aos restos de um churrasco feito no final de semana anterior, no cano de saída da privada. Entre as coisas que o empresário recolheu do cano estava a carteira de identidade de Selma Ferreira Queiroz, parcialmente queimada. Selma foi uma das mulheres cujo cadáver a polícia encontrou no Parque do Estado. Isso alertou seus patrões (ele trabalhava como motoboy) que comunicaram a polícia que assim descobriu sua identidade. Durante a fuga, causou desconfiança aos moradores das cidades por onde passou, até que foi denunciado e preso, sendo posteriormente enviado para São Paulo. Após ser capturado pela polícia, o que mais impressionou as autoridades foi como alguém feio, pobre, sem muita instrução, e sem armas conseguia convencer as mulheres a subir na garupa de uma moto e ir para o meio do mato com um homem que tinham acabado de conhecer.
[ para ver este caso na íntegra clique aqui ]
Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos
Esquartejou o corpo para facilitar o transporte. E chegou a fotografar o corpo mutilado. No celular do acusado, apreendido pela polícia, foi encontrada foto da garota inglesa já sem os antebraços e as partes inferiores das pernas. A cabeça, também já decepada, aparecia sobre o tronco.
A faca e um par de luvas que Santos teria usado no crime foram encontrados em um bueiro na rua do apartamento dele.
O golpe que matou a moça foi desferido pelas costas, acertando o coração. O corpo teria sido levado para o box do banheiro, onde foi retalhado.
O tronco de Cara Marrie Burke foi encontrado dentro de uma mala às margens do Rio Meia Ponte, na região leste da Capital.
Lindemberg Fernandes Alves
No dia 14, Eduardo Lopes, o advogado do sequestrador, passou a acompanhar as negociações do cliente com o GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais). Às 22h50min desse dia, Nayara Rodrigues, 15 anos, amiga de Eloá, foi libertada, mas no dia 15 a polícia paulista mandou-a de volta para continuar as negociações.
Após mais de 100 horas de cárcere privado, policiais do Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) e da Tropa de Choque da PM de SP explodiram a porta - alegando, posteriormente, ter ouvido um disparo de arma de fogo no interior do apartamento - e entraram em luta corporal com Lindemberg, que teve tempo de atirar em direção às reféns. A adolescente Nayara deixou o apartamento andando, ferida com um tiro no rosto, enquanto Eloá, carregada em uma maca, foi levada inconsciente para o Centro Hospitalar de Santo André. O sequestrador, sem ferimentos, foi levado para a delegacia e, depois, para a cadeia pública da cidade. Posteriormente foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória de Pinheiros, na cidade de São Paulo.
Eloá Pimentel, baleada na cabeça e na virilha, não resistiu e veio a falecer por morte cerebral confirmada às 23h30min de sábado (18 de outubro).
O caso também repercutiu no exterior; o jornal espanhol El País destacou a comoção nacional pelo falecimento da jovem Eloá.
Silvia Calabrese Lima
Guilherme de Pádua
Kelly dos Santos
Gilmar Alberto Wasckmam, o "Canibal Gay"
Francisco das Chagas Rodrigues Brito
O mecânico é considerado pela Justiça do Maranhão o maior serial killer do Estado de todos os tempos e um dos principais do país pelo número de vítimas e o tempo de ação dos crimes.
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sábado, 9 de junho de 2012
Psicopatas: demência emocional
O indivíduo classificado como psicopata tem um distúrbio de comportamento que pode ir do mais leve, ao mais grave, onde ele é considerado um sociopata, ou seja, um inimigo declarado da sociedade e suas instâncias. Mas não nos enganemos, o psicopata não é louco, não rasga dinheiro e nem come cocô. Intelectualmente ele ou ela são perfeitos, se é que se pode usar essa palavra. Sua disfunção está nos centros que controlam e ditam o nível das emoções e sentimentos.
Por algum defeito de fabricação o psicopata não consegue sentir identificação com o outro. Esse negócio de se colocar no lugar do outro simplesmente não existe. Assim, ele não tem dó, nada de piedade, zero de compaixão, não se solidariza com a dor do próximo, principalmente se essa dor estiver sendo infligida por sua ação. Como são desprovidos de freios éticos, morais, eles se sentem mais livres que a média das pessoas para ir em frente em sua missão. Essa missão está acima de tudo e de todos, e eles farão de tudo para completá-la. Nem a polícia, nem a opinião pública, nem os prantos de sua mãe o farão recuar. Depois fingem que se arrependem.
Mas o maior problema para nós é que os psicopatas quando morrem em pleno gozo de sua psicopatia não conseguem mudar e voltar diferentes. Ao contrário. Como são um monobloco mental, eles se agarram ao seu script de vítimas do sistema para reforçar a sua demência emocional e muitas vezes reencarnam mais fortes em sua obsessão psicopata. Vocês acham que há alguma chance do padre Torquemada (procure no Google), o mais sanguinário inquisidor da Igreja espanhola (e de todo o mundo conhecido), voltar arrependido de suas atrocidades? Duvido. Sua extrema habilidade de usar os truques da mente vai justificá-lo e ele voltará mais raivoso, mais fanático que nunca. Se perceber que a sua antiga igreja mudou, se humanizou, não queima nem tortura mais os “hereges”, vai migrar para alguma seita que ainda tenha a intolerância como regra básica. Por isso podemos assistir a anacronismos como de certas religiões e seitas fundamentalistas que ainda querem “matar e esfolar” os infiéis, enquanto prometem um céu de delícias e prazeres inenarráveis aos que se martirizarem pelo seu deus. Tudo obra de psicopatas.
Por isso torço para que os psicopatas não morram jovens (com todo o ônus para as pessoas que a sobrevida deles pode causar). Sempre tenho esperanças de que a idade e que poderosas porradas da vida possam alterar-lhes e consertar esse parafuso solto, ou encapar esse fio desencapado. Não é uma tendência inescapável. Conheci psicopatas de 85 anos fazendo graves estragos na vida dos outros, principalmente nos familiares mais próximos. Mas sempre há uma esperança de que um Saulo se transforme em Paulo.
Roberto Goldkorn, escritor.
Uol
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Roberto Goldkorn, escritor.
Uol
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domingo, 22 de abril de 2012
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