sexta-feira, 31 de maio de 2013

A PSICOPATA que me persegue


O PSICOPATA NOSSO DE CADA DIA


Que ela é uma golpista, eu sempre soube. Antes de adentrar a família, eu já sabia que nada valia. Depois de alguns anos, passou a mostrar também que não subiu só materialmente. A "alpinista social", que pisoteou familiares para subir na vida, vem galgando também degraus na senda do crime.

Mentora e mandante de atentados e de todo o tipo de violência, vem mostrando que não tem qualquer escrúpulo: para se safar de sanções e se manter na impunidade, sua mente suja e criminosa promove os ataques mais rasteiros (envenenar árvores e atirar fezes de cachorras no quintal de sua vítima e emporcalhar a calçada da casa da mesma cidadã) e os mais requintados (tentativas de sequestro, cárcere privado...).

De reles vigarista a mandante de assassinato, a Rainha da Baixaria baba ódio contra quem nunca se deixou enganar por suas máscaras e fingimento.

Acompanhem aqui no blog a história da professora do ensino público (!!!) que transformou sua família em quadrilha e continua "soltinha da silva", fazendo estripulias na maior cidade do País, na cidade de São Paulo.

Um Blog Sujo para falar de Gente Imunda.

Psicopata rosnando para sua vítima

O blog publicará também relatos de leitores, contando suas vivências com esta escória da humanidade. Enviem seus relatos!


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Holocausto em Higienópolis


CRIME E CASTIGO


Assassino de Higienópolis: frieza, calculismo, total descaso pela vítima, com quem convivia maritalmente há anos. Um crime brutal perpetrado por um monstro, com traços claros de psicopatia.

E o mais grave: está livre, "soltinho da silva", flanando pelas aprazíveis ruas do aristocrático bairro paulistano.


Morte de Hiromi Sato reacende a luta contra a violência doméstica



Hiromi e Sérgio Gadelha

Escrevi este artigo em memória de Hiromi Sato, assassinada pelo marido no fim de semana (20/21 de abril). Foi no apartamento do casal, em Higienópolis, São Paulo. O crime brutal chocou o país. E levantou ainda mais alto a bandeira da luta contra a violência doméstica e o massacre de mulheres.


O holocausto de Hiromi Sato

Carlos Amorim

Enterramos a Hiromi na manhã da terça-feira. Um dia luminoso e frio. Nós a colocamos na terra avermelhada do Cemitério da Paz, entre árvores antigas e vegetação bem cuidada. Os sons do sino de cobre budista perambulavam entre nossa dor e pesar. Como se viessem do próprio ar. Um alívio precário e sutil para tanto sofrimento. Os cânticos do sutra dos mortos, na voz perfeita do monge, se repetiam como um mantra. Versos que falam do nascimento e da vida – e não dos horrores que presenciamos nos últimos dias. Aquele sacerdote veio do mosteiro do Jardim da Saúde, bairro onde Hiró, como a chamávamos carinhosamente, passou a maior parte da vida.

Tive dificuldade para reconhecer a Hiromi Sato no velório. Protegida por maquiagem pesada, não era mais a mulher que conheci. O sorriso fácil que ela tinha – ao mesmo tempo tímido – desapareceu. Os dentes dela foram quebrados. E a prótese mortuária que colocaram no lugar mantinha os lábios entreabertos numa súplica estranha. Cremes e tintas disfarçavam um trauma sofrido na face esquerda, além de incontáveis pequenos ferimentos no rosto.

Hiromi foi assassinada pelo próprio marido, o advogado Sérgio Gadelha, um homem ensandecido.

A violência que desabou sobre ela foi tamanha, que os peritos disseram que vai ser difícil precisar a hora do crime. Tantos foram os ferimentos e lesões por todo o corpo. Estava arrebentada na parte posterior do crânio. No colo e no pescoço havia um enorme hematoma roxo, resultado do estrangulamento. Entre o tórax e a barriga, outra grande mancha escura, possivelmente por conta de uma hemorragia interna, talvez consequência de um pisão ou de pontapés.

Assim foi o holocausto de Hiromi Sato.

Ela não tinha ferimentos nas mãos. Nem unhas quebradas. Isso seria típico de quem tentou se defender. O marido assassino, bem maior e mais pesado do que ela, não apresentava um único arranhão que se saiba. Hiró não pôde se defender. Ou não teve tempo. Ou não estava consciente. Talvez a pancada na cabeça a tenha desacordado. E o massacre veio depois, covardemente.

Os dois se conheciam há uns trinta anos, trabalharam juntos. Mas estavam casados há pouco tempo. Talvez uns dois anos. Sérgio disse que era apaixonado e a matou por ciúmes de um antigo namorado. Nem o calçamento de pedra do cemitério acredita nisso.

Eu gostava do Sérgio. Era um cara brincalhão, divertido, piadista. Contava histórias de suas viagens, citava poesias de memória. Falava um inglês macarrônico, porém corretíssimo. Quando bebia – e o sujeito bebia muito -, mancava ainda mais da perna direita e ficava mais engraçado. Sérgio e Hiromi estiveram na minha casa várias vezes. Mariê e eu os recebíamos com satisfação. Nunca vi um gesto que fosse de agressividade entre eles. Mas Hiromi foi morta a pancadas. E o Sérgio que eu conhecia se dissolveu numa névoa de malignidade. Para mim, o monstro apareceu de repente, no último fim de semana. Agora só o vejo pela televisão e nas fotos dos jornais. Está calmo e distanciado. Traz no rosto uma arrogância inexplicável. O policial que o prendeu contou que estava sentado no sofá da sala assistindo a TV. Enquanto a mulher, caída no chão do quarto e quase nua, queimava o seu último carma. De Sérgio, os vizinhos falam barbaridades. Inclusive que correu com uma faca atrás de uma das suas ex-mulheres. Têm medo dele. Nós não sabíamos dessas coisas. Tinha até outras passagens pela polícia.

Algemado e sendo colocado no camburão da polícia, diante das câmeras, falou aos repórteres sumariamente: “não tenho nada a dizer”.

A confusão no apartamento da Rua Pará começou na sexta-feira. Os vizinhos ouviram gritos e coisas se quebrando. Os vizinhos – repito – tiveram dificuldade para dormir, tão grande foi a barulheira. E os desentendimentos continuaram na madrugada do sábado. Depois, o silêncio sinistro. Todos nós achamos que foi aí que ela morreu. Por volta da meia-noite de domingo para segunda, a filha do Sérgio chegou de viagem. Juliana telefonou para o apartamento e o pai teria dito a ela: “venha rápido para cá, porque fiz uma grande bobagem”. Imaginem: uma bobagem. Hiró já estava morta. Há quanto tempo, não se sabe.

Sérgio não fez qualquer tentativa de pedir ajuda para a mulher. Curioso: o porteiro reparou que ele saiu do prédio duas vezes. Mas não pediu socorro a ninguém. Foi comer alguma coisa? Quem sabe um cinema? Ou comprar outra garrafa de uísque? Ninguém sabe.

Ao chegar à cena do crime, Juliana ligou para Tomi, irmã da mulher trucidada. Disse que era preciso chamar uma ambulância, porque Hiromi “está muito mal”. Tomi ligou e disparou em seu carro para o apartamento de Higienópolis, imaginando que fosse uma crise glicêmica da irmã diabética. Mas, como sabemos, Hiromi já era. Tomi viu o corpo da irmã jogado no chão, ensanguentado. Ao chegar ao apartamento, os paramédicos que lá estavam já haviam se dado conta de que era um homicídio e chamaram a polícia.

Este é – resumidamente – o roteiro da tragédia que caiu sobre todos nós no último fim de semana. É o texto de uma violência desmedida que nos deixa sem saídas. Espero que os juízes que vão decidir o caso tenham piedade de nós. Tenham pena de nós, que ficamos por aqui.

Para a pequena Hiromi, que tinha mãos de criança, desejo a luz e um silêncio delicado que possa lavar seus gritos em nossas mentes. E deixar só o sorriso fácil e meio tímido.

A você, Sérgio, desejo sinceramente que apodreça no fundo de uma cela. E que nunca mais veja a luz do sol.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Cleveland: irmãos psicopatas?


Tudo leva a crer que esta barbárie contra três mulheres, mantidas em cativeiro por 10 anos, é uma ação de psicopatas.


Sou vítima de psicopata que rouba minha família há 4 décadas. E nos últimos anos, perseguida e esbulhada pela peste, passei a estudar e pesquisar o assunto. Já sofri tentativas de sequestro e outras tantas violências.

Psicopatas não são doentes mentais. São pessoas mentalmente sadias, muitos com grande inteligência, mas padecem de insanidade moral: o velho e "bom" mau-caratismo. Há graus de psicopatia. Há psicopatas desonestos, violentos e até criminosos.

Os "irmãos de Cleveland" apresentam muitos traços de psicopatas: frieza, falsidade, calculismo, perversidade e violência.

Amorais.

 


Polícia prende 3 irmãos suspeitos pelo sequestro de mulheres nos EUA



Irmãos teriam mantido trio em cativeiro há 10 anos em casa em Cleveland.
Amanda Berry conseguiu sair da casa e ligou desesperada para a polícia.


A polícia americana prendeu os irmãos Ariel, de 52 anos, Pedro, de 54, e Oneil Castro, de 50, suspeitos pelo sequestro de três mulheres em Cleveland, no estado de Ohio (EUA). Os irmãos foram presos com base nas informações dadas aos investigadores pelas vítimas.



A partir da esquerda, Ariel, Oneil e Pedro Castro, que foram presos pela polícia (Foto: Cleveland Police Department/AP) 

As três mulheres foram encontradas em uma casa perto de onde elas foram vistas pela última vez. A polícia acredita que as mulheres provavelmente viviam na casa desde que foram sequestradas, em três episódios diferentes, em 2002, 2003 e 2004.

Fotos mostram Amanda Berry, à esquerda, e Georgina DeJesus, que foram sequestradas há cerca de dez anos (Foto: FBI/AP)

As mulheres foram libertadas depois que um vizinho ouviu uma das mulheres gritando dentro da casa e veio em seu socorro.

Após deixar a casa, a mulher, que se identificou como Amanda Berry, ligou para a polícia para pedir ajuda. "Sou Amanda Berry. Fui sequestrada. Estive desaparecida durante 10 anos. Estou livre, estou aqui agora", afirmou ela, segundo gravação da polícia.

Durante a ligação, Amanda, que tinha desaparecido em 2003 aos 16 anos, informou o nome do seu suposto sequestrador e pediu para a polícia vir rapidamente. Ela contou que sabia que seu desaparecimento tinha sido amplamente divulgado pela imprensa.

As duas mulheres encontradas com Amanda foram identificadas pelas autoridades como sendo Gina DeJesus, de 23 anos, que desapareceu em 2004 quando tinha 14 anos, e Michelle Knight, que tinha 21 anos quando desapareceu em 2002.

Irmãos mantinham trio em cativeiro há 10 anos em casa em Cleveland (Foto: Bill Pugliano/Getty Images/AFP)


G1




segunda-feira, 6 de maio de 2013

Abdelmassih, o médico-monstro: um psicopata?





Soraya e Vicente Abdelmassih: "Só entendi meu pai depois de ler 'Mentes perigosas' "


A bióloga e o médico, filhos de Roger Abdelmassih, dizem que ele nunca foi capaz de sentir remorso e afirmam estar cumprindo a pena no lugar dele


CRISTIANE SEGATTO


Vicente e Soraya na Embryo Fetus, onde tentam 
reconstruir a carreira. “Metade das clientes veio 
da antiga clínica porque confia na gente”, diz Vicente 
(Foto: Filipe Redondo/ÉPOCA)

O Brasil inteiro gostaria de saber onde está Roger Abdelmassih, o ex-médico condenado a 278 anos de prisão por crimes sexuais contra 39 pacientes e foragido desde janeiro de 2011. A bióloga Soraya e o médico Vicente, que trabalhavam com ele, afirmam não ter ideia do paradeiro do pai. O delegado Waldomiro Milanesi, da Divisão de Capturas da Polícia Civil, duvida, mas acha que interrogá-los seria perda de tempo. “Abrigar um pai procurado pela Justiça não é crime”, diz. Soraya e Vicente, filhos da segunda mulher de Abdelmassih, foram criados por ele e adotados quando eram adultos. Tentam reconstruir a carreira na clínica Embryo Fetus, do especialista Sang Cha. Nesta entrevista, retratam um pai ausente, rígido e manipulador.

ÉPOCA – Roger Abdelmassih está foragido há um ano e sete meses. Nunca mais tiveram contato com ele?

Soraya AbdelmassihNunca. Nem queremos.
Vicente AbdelmassihFalei com ele por telefone pela última vez no Natal de 2010. Ele disse que sumiria se tivesse de voltar para a cadeia (Roger ficou preso durante quatro meses). Não concordo. Deveria se entregar, seguir o caminho de recursos. Seguir o que a lei manda. Avisei que, se fugisse, eu não queria ter mais nenhum contato. Para mim, acabou.
SorayaEle não podia ter nos deixado como deixou. O Vicente tinha 1% da clínica. Meu pai o colocou como sócio para constituir outro tipo de empresa e pagar menos taxas. Fez questão de colocar uma cláusula que determinava que o Vicente não teria nenhum poder de administração. Sempre fomos tratados como funcionários. Ele deixou dívidas e processos trabalhistas, e a Justiça vem atrás de nós.

ÉPOCA – Onde ele pode estar?

Soraya
Ouvi dizer que estava num resort no Recife. E também que estaria no Líbano, comprando numa loja de grife. É bem típico dele. Acho difícil. Todo mundo sabe, e a polícia não sabe? Se ele se entregasse, aliviaria alguns dos meus sentimentos. Queria que ele cumprisse com a responsabilidade. Que desse a cara a bater como nós estamos. Nós e nossos filhos estamos cumprindo a pena no lugar dele. Somos insultados e nossas contas bancárias são bloqueadas. Não perdoo o que ele fez com a família.

ÉPOCA – É difícil acreditar que Abdelmassih nunca mais tenha procurado os filhos...

Soraya
As pessoas precisam entender que essa coisa de preocupação, de presença, de paternal nunca existiu. Não posso dizer que senti um alívio com a ausência dele, porque o escândalo me causou muitos problemas. Mas me sinto livre da pressão e da convivência difícil.

"Meu pai não batia nos filhos, mas fazia coisa pior: jogo psicológico. Podava, ameaçava. Nunca abusou sexualmente de mim. Deus me livre"

ÉPOCA – Vicente, o senhor tem um filho de 12 anos chamado Roger Abdelmassih Neto. Ele sofre agressões?

Vicente Foi um pedido da minha mãe. Tenho mais esse problema para administrar.
SorayaQuando o garoto nasceu, meu pai disse para minha cunhada: “Esse menino está carregando meu nome. Olha a responsabilidade que ele vai ter, hein?”.
VicenteUm dia meu filho estava jogando futebol e disseram para ele ir procurar o vovô estuprador. Não quer falar sobre isso. É como se ele se ausentasse. Pensei em mudar o nome. Acrescentar o Ghilardi, sobrenome do meu pai biológico. Meu filho não quis. No Facebook, insultaram minha filha. Numa aula de atualidades, uma colega fez questão de levar o jornal com as notícias sobre meu pai.

ÉPOCA – Vocês sabiam do que acontecia na clínica?

Soraya Nunca vi nada que sugerisse abuso ou estupro. Não tenho condições de julgar. Se tanta gente o acusa de tanta coisa, não posso acreditar que nada aconteceu. No centro cirúrgico, sempre havia vários profissionais com a paciente.

ÉPOCA – Mas ele tinha a chance de ficar sozinho com a paciente...

SorayaSim. Poderia entrar no quarto e ficar sozinho com ela, mas essa não era a rotina. Às vezes eu via uma paciente que chegava mais arrumada, de vestidinho decotado. Achava estranho, mas nunca vi nada além disso.

ÉPOCA – Como era o Roger pai?

SorayaRígido. Podava, ameaçava. Quando era criança, ele brigava comigo e depois dizia que ia falar para minhas irmãs não conversarem mais comigo (Juliana, Mirela e Karime são filhas de Roger com a mãe de Soraya e Vicente). Era o mesmo comportamento com todos os filhos. Não batia, fazia jogo psicológico. Uma vez me proibiu de sair do quarto durante um mês porque fiquei de recuperação na escola.
VicenteEle não sabia ser pai. Talvez agora esteja passando por um curso intensivo se estiver vivendo num lugar pequeno com gêmeos de 1 ano (em 2011, Roger teve um casal de gêmeos com a procuradora Larissa Sacco).

ÉPOCA – Vocês acham que ele tem alguma doença psiquiátrica?

VicenteNão sei.
Soraya – Essa pergunta é difícil. Não sei. Na época do escândalo, li o livro Mentes perigosas, da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa. Não que eu o esteja chamando de psicopata, mas comecei a entender o comportamento dele. Muitas coisas encaixavam. Se tivesse lido esse livro aos 13 anos, talvez tivesse compreendido muitas coisas.

ÉPOCA – O que encaixava?

Soraya – A falta de remorso. Aquele jeito de ele fazer as coisas e depois achar que não fez nada. Não tinha remorso algum. Foram várias condutas inadequadas com os filhos e com a mulher. Ao final da vida de minha mãe (Sonia Abdelmassih morreu de câncer em 2008, antes do escândalo), ele poderia ter estado mais presente. Só pensava em trabalho. Saí de casa aos 16 anos e fui morar com meu pai biológico (o ator Marco Ghilardi morreu poucos meses depois, de infarto, aos 43 anos). Minha vida com o Roger era um inferno por causa da possessão, da rigidez dele.


ÉPOCA – Alguma vez ele abusou sexualmente de você?

Soraya – Não. Deus me livre.

ÉPOCA – Vocês estão passando por dificuldades financeiras?

Soraya – Estou com tudo bloqueado. Antes do escândalo, meu pai pediu para ser avalista de um empréstimo e assinei. Ele não está pagando. Há duas semanas, bloquearam R$ 2 mil que eu tinha na conta. Não posso dar cheque. Meu nome está no Serasa. Meu condomínio está atrasado.

ÉPOCA – Onde está o dinheiro do seu pai?

Soraya – Nunca usufruímos o dinheiro e ele não nos contava nada. O casarão da clínica era alugado. A fazenda ele perdeu. Quando bloqueiam nossos bens, não temos nada dele para indicar para a Justiça. Sobrou a casa, única coisa que minha mãe deixou para os cinco filhos.
Vicente – Quando estava preso, ele me pediu R$ 400 mil. Acho que era para pagar advogados. Respondi que não podia dar. Só tenho meu apartamento. Ele ficou bravo.

ÉPOCA – O casal de gêmeos que ele teve no ano passado foi gerado naturalmente?

Soraya – Não sei. Nós não fizemos.

ÉPOCA – A mãe das crianças se envolveu com ele depois do escândalo?

Soraya – Não sabemos quando foi o primeiro envolvimento, mas ela apareceu mais fixamente com ele em janeiro de 2009, logo depois da bomba. Nem Freud explica.
Vicente – Nesse caso, o amor não é apenas cego. É cego, surdo e mudo. 

domingo, 14 de abril de 2013

Sociopatas e Psicopatas: como distinguir



Pra Saber Mais: Sociopatas vs. Psicopatas



O estudo do comportamento criminoso inclui um exame de distúrbios mentais que podem contribuir para um comportamento desviante. Sociopatia e psicopatia são termos usados na psicologia e criminologia para referir a dois grupos distintos de pessoas com traços de personalidade anti-social. Significativamente, essas condições não são classificadas como doenças mentais e não são termos oficiais de diagnóstico. Na quarta edição do Manual de Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV), tanto sociopatia quanto psicopatia são listados sob o título de Transtorno de Personalidade Anti-Social (TPAS), ou seja, ambos são tratados como transtornos equivalentes.

Sociopatia e psicopatia compartilham de muitos traços, e isso causa muita confusão para diferenciá-los na psicologia e criminologia. Comportamentos comuns aos dois transtornos incluem: 


Desrespeito pelas leis e costumes sociais;

Desrespeito pelos direitos dos outros;
Incapacidade de sentir remorso ou culpa;
Tendência a exibir comportamento violento e explosões emocionais.

Embora não haja consenso entre os profissionais sobre o que exatamente diferencia sociopatas de psicopatas (entre aqueles que acreditam que cada um é um transtorno separado), há uma lista de diferenças significativas.


Sociopatas 


- sociopatas tendem a ficar nervosos e agitados facilmente;
- eles são suscetíveis a serem mal educados e vivem à margem da sociedade, incapazes de manter um emprego estável ou ficar em um lugar;
- usualmente possuem histórico de delinquência juvenil e problemas de comportamento; 
- alguns formam alianças com um indivíduo ou grupo, embora, em geral, eles não tenham consideração pela sociedade; 
- aos olhos dos outros, os sociopatas parecem claramente pessoas perturbadas;
- crimes cometidos por sociopatas tendem a ser desorganizados e espontâneos.

A maioria dos serial killers da história eram sociopatas. Entretanto, nesses casos, a sociopatia sempre está ligada com outra doença mental, na maioria das vezes, esquizofrenia.



Exemplos Famosos

Mary Flora Bell, na Penitenciária aos 16 anos

O mais famoso caso de sociopatia infantil da história atende pelo nome de Mary Bell. A inglesinha de 2 anos não chorava quando se machucava e adorava espancar as suas bonecas. Aos 4 anos tentou matar um coleguinha enforcado e aos 5 presenciou sem nenhum tipo de emoção o atropelamento de um outro amiguinho. Depois que aprendeu a ler ficou incontrolável. Pichava paredes, incendiou a casa onde morava e torturava animais.

Em 1968, aos 11 anos, o horror: Mary Bell estrangulou até a morte dois meninos de 3 e 4 anos.

“Ela não demonstrou remorso, ansiedade ou lágrimas. Ela não sentiu emoção nenhuma em saber que seria presa. Nem ao menos deu um motivo para ter matado. É um caso clássico de sociopatia,” disse o psiquiatra Robert Orton em seu laudo psiquiátrico.

Especialistas dizem que sociopatas não podem ser curados e, geralmente, eles são resistentes à terapia. Isso foi provado no caso Mary Bell: durante anos a garota não quis ser tratada. Ela saiu da prisão em 1980, aos 23 anos. Seu paradeiro é até hoje mantido sob sigilo. Ela casou em 1984 e teve uma filha, que hoje tem 28 anos.

Jack, O Estripador
Ninguém nunca soube quem foi Jack, O Estripador. Mas, para muitos, o seu modus operandi não deixa dúvidas: ele era um sociopata. Os crimes cometidos pelo serial killer que aterrorizou Londres há 124 anos não eram planejados, ele simplesmente saía à noite e estripava a primeira mulher que encontrava. Os corpos eram deixados no chão com os órgãos espalhados. Muitos especialistas acreditam que Jack tinha sífilis e a sífilis naquela época não tinha cura. A sífilis é uma doença conhecida por causar degeneração mental, e é possível que a mistura explosiva de sociopatia com a sífilis fez de Jack o carniceiro que deixava os órgãos de suas vítimas espalhadas pelas ruas.

Charles Milles Manson

Um dos criminosos mais famosos do século 20, Charles Manson era um sociopata e delirante paranóico, que arregimentou um grupo de hippies que, sob suas ordens, cometeram vários crimes nos anos 60. Em 9 de agosto de 1969, cometeu uma carnificina que entrou para a história.

Manson acreditava que os Beatles eram anjos mandados à Terra para avisar os homens sobre o Apocalipse. Além disso, ele ficou irritado por ter uma música supostamente roubada pelo grupo Beach Boys. Furioso com Terry Melcher, produtor musical que havia lhe negado um contrato de gravação, Manson ordenou que os seus seguidores invadissem a casa de Melcher e matassem quem estivesse lá. Em 9 de agosto de 1969, os seguidores de Manson invadiram a ex-casa de Melcher e promoveram uma chacina. Mataram as 5 pessoas que estavam na casa, dentre elas a famosa e belíssima atriz Sharon Tate, mulher do cineasta Roman Polanski, que estava grávida de 8 meses. Ela foi perfurada 16 vezes por uma baioneta e enforcada.

A inglesa Cara Marie Burke e o goiano Mohammed D'Ali, dentro do avião que os levou 
de Londres a Goiânia

“Eu pegava gatos na rua, amarrava o pescoço no alto do muro, fazia o cachorro alcançar o gato até o momento em que, tendo alcançado, o pit bull arrancava o pescoço do gato. Eu não acho nada horripilante”, disse Mohammed D’Ali Carvalho dos Santos.

O goiano Mohammed D’Ali Carvalho dos Santos é um caso clássico de sociopatia. Delinquente juvenil, durante toda sua vida teve problemas de comportamento. Não frequentava a escola e nunca conseguiu ter um emprego fixo. Morou nos Estados Unidos e Inglaterra e não se adaptou a nenhum desses lugares. Era sustentado por sua mãe, que morava na Inglaterra e lhe mandava todos os meses uma mesada. E foi lá na Terra da Rainha que ele conheceu a inglesa Cara Marie Burke, de 17 anos. Os dois começaram um relacionamento e vieram morar em Goiânia. Devido ao comportamento agressivo de Mohammed, Cara Marie o largou e foi morar com amigos que fizera em Goiânia. No dia 28 de julho de 2008, ela visitou Mohammed em seu apartamento no Setor Universitário, região central da capital goiana. Os dois discutiram e Cara Marie ameaçou contar para a mãe de Mohammed que ele gastava sua mesada com drogas. Essa ameaça foi o gatilho: Mohammed a matou a facadas. Deixou o corpo de Cara Marie no banheiro e foi assistir a um show da Mulher Melancia. Voltou e esquartejou o corpo da inglesa, colocou os pedaços em malas e descartou em um rio que corta a cidade.

A Junta Médica Oficial do Poder Judiciário de Goiás, que examinou Mohammed, disse em seu relatório que Mohammed 
“tem perturbação mental, personalidade antissocial e é de alta periculosidade. A alteração que ele possui é algo que está na estrutura da personalidade e que não é passível de tratamento ou cura, pois não é doença. É uma característica imutável que nasceu com ele e foi se moldando no decorrer de sua vida.”
Mohammed não sentiu nenhum remorso pelo assassinato e soltou gargalhadas várias vezes durante o seu julgamento. Também se divertiu diante do juiz ao relatar, em inglês, o diálogo que travou com Cara Marie, sobre drogas, momentos antes de matá-la.

Psicopatas

Ao contrário dos sociopatas, os psicopatas, muitas vezes, têm personalidades encantadoras e atraentes. Eles são manipuladores e podem facilmente ganhar a confiança de qualquer pessoa. Eles aprendem a imitar emoções, apesar de sua incapacidade para realmente senti-las, o que faz com que, aos olhos de outras pessoas, pareçam inocentes e normais. Psicopatas são (frequentemente) educados e possuem empregos estáveis. Alguns são tão bons em manipular, que formam famílias e relacionamentos de longo prazo com outras pessoas, sem que elas suspeitem de absolutamente nada.

Ao cometer crimes, psicopatas planejam cuidadosamente cada detalhe. Muitas vezes eles têm até um plano B, se algo der errado.

Exemplos Famosos

Thomas Andrew Parker (Nome de Nascimento: Andreas Cornelis Van Kuijk)
“Qual o segredo para o senhor estar sempre por cima da situação ?”, perguntou em 1960 um repórter da revista Variety ao coronel Thomas Andrew Parker, o tirânico empresário do Rei do Rock Elvis Presley.
Como um bom psicopata, Parker respondeu:

“Situação? É muito simples: Eu sou a situação!”
Em 1933, Parker serviu o exército norte-americano e foi de lá que veio o seu diagnóstico:
“Depressão aguda psicogênica, estado de psicopatia constitucional e psicose. Caráter violento e instável. Potencialmente homicida.”
O homem que 22 anos depois viraria o empresário de um dos maiores cantores da história da música tinha um passado nebuloso. Nascido na Holanda, ele foi para os Estados Unidos em 1929, no mesmo dia em que sua amante, de nome Anna, fora espancada até a morte. Nos Estados Unidos inventou o nome que o deixou famoso e criou uma nova biografia. Em 1955 virou empresário de Elvis Presley, que sempre advertia os funcionários da gravadora RCA: “Sejam sempre amigáveis com o coronel”. Parker nunca se naturalizou americano e isso é uma prova de que ele tinha medo do passado. Por causa dessa obsessão com o sigilo, nunca permitiu que Elvis excursionasse fora dos Estados Unidos, sempre recusando ofertas milionárias para que o Rei do Rock se apresentasse na Europa e América Latina.

Que Tom Parker era um psicopata isso todos sabem, mas ele seria um psicopata que mata? Nunca saberemos. Esse mistério foi junto com ele para o túmulo.

Bernard Lawrence Madoff

“Eu ainda não acredito no que ele fez”, disse o advogado Joseph Kavanau, amigo de longa data de Bernard Lawrence Madoff, presidente da L. Madoff Investment Securities, uma corretora que conquistou a confiança e quase 65 bilhões de dólares de investidores num esquema de pirâmide. Foi o maior golpe financeiro individual da história do capitalismo.

Para muitos, Madoff era um sujeito tranquilo, e, segundo seus funcionários, tratava todos como uma família. Ele tinha livre trânsito entre os grandes players de Wall Street, da City Londrina e com políticos de Washington. Ele também era um homem que adorava o luxo, e não deixava de esbanjá-lo. Gastava ostensivamente com festas nas quais era bajulado pelos seus clientes. Nos jantares de gala e nas partidas de golfe de figurões, o assunto era um só: Madoff e como ele estava gerando dinheiro para todo mundo. Os lucros na realidade eram fantasia, frutos de um esquema de pirâmide, no qual os primeiros investidores são remunerados com a infusão de dinheiro de recém-chegados ao esquema. Como o lucro era alto, dezenas de novos investidores eram atraídos, o que mantinha funcionando o esquema. Dentre as vítimas de Madoff, estão o Santander (3,1 bilhões em perdas), o cineasta Steven Spielberg e Elie Wiesel, ganhador do Prêmio Nobel da Paz e sobrevivente do holocausto.
“Num esquema de pirâmide, só uma pessoa está na ponta da coisa, e isso é fascinante para um psicopata narcisista como Madoff”, disse o psicólogo Steven Norton.

“Mentira, manipulação, enorme capacidade de enganar e sentimento inflado de auto importância. Eles são mestres em impressionar os outros”, disse o especialista em perfis criminosos do FBI Gregg O. McCrary.
Posar de bem-sucedido, andando de helicópteros, alugando mansões para morar, carros importados, fotos em iates, é uma das armadilhas de psicopatas como Madoff. E isso realmente chama a atenção da maioria das pessoas que são facilmente compradas inconscientemente pelo luxo e poder.

Dennis Lynn Rader

Dennis Rader, conhecido como “O Assassino BTK” (BTK são as iniciais de Bind – Torture – Kill, no português Amarrar – Torturar – Matar).

Dennis tinha família, era um funcionário público de carreira e, para todos, um cidadão tranquilo e pacato. Mas em 2005 ele foi preso acusado de ser o serial killer que há mais de 30 anos zombava da polícia do estado do Kansas. Ele foi oficialmente acusado de 10 assassinatos. Dennis é um exemplo forte de até onde o pensamento psicopata pode ir. Para ele, a ideia de matar suas vítimas era o de menos, pois em sua mente doentia ele já os tinha desumanizado de uma forma que matá-los era o menor dos pecados. Para ele, estuprar suas vítimas era mais repugnante do que o ato de matar, pois ele se sentia envergonhado por trair sua esposa e a sua igreja. Ele descontava essa ira em suas vítimas. Antes de matá-las, ele as torturava de maneira sádica e depois voltava para sua vida normal, filhos, mulher, trabalho, igreja…

John Wayne Gacy Jr.

Outro exemplo clássico é John Wayne Gacy Jr., conhecido como “O Palhaço Assassino”. Gacy era um cidadão-modelo, empresário bem-sucedido, fora casado duas vezes, chegou até a ser fotografado ao lado da primeira dama dos Estados Unidos, Rosalyn Carter, em 1978 (imagem acima). Além disso era membro de instituições religiosas e adorava vestir-se de Palhaço para divertir criancinhas em festinhas infantis e em hospitais. Como um bom psicopata, Gacy era capaz de racionalizar suas ações, era calculista e encantador. E foi através dessa personalidade que ele conseguiu esconder por debaixo da sua máscara de bom homem um serial killer que assassinou 33 adolescentes entre 1972 e 1978.

Quando foi pego, não sentiu nenhum remorso pelo ocorrido e chegou a dizer uma frase que entrou para a história: 
“A única coisa da qual eu deveria ter sido acusado era a de ter um cemitério em casa sem licença para isso.”
Ele tinha plena consciência dos seus atos, mas era incapaz de fazer um julgamento moral consciente dos seus crimes. Ele enterrou a maioria das suas vítimas debaixo da sua casa. Ao ser perguntado porque jogou os corpos de suas últimas vítimas em um rio, ele disse: “Ah, cavar dava dor nas costas!”

James Warren Jones, conhecido como Jim Jones

Convencer uma pessoa a tirar a própria vida beira o impossível. Fazer com que mais de 900 atendam a esse chamado, então, é obra para alguém muito inteligente, bom de marketing e psicopata! E o pastor Jim Jones era. Graduado em duas universidades, ele fundou nos anos 50 a sua própria igreja, o Templo do Povo. Jones levou o templo para São Francisco e Los Angeles.

Em meados dos anos 70, a revista “New West” levantou suspeitas de atividades ilegais. Foi a senha para que Jones deixasse os Estados Unidos e inaugurasse Jonestown, um latifúndio na Guiana. Ali criou a crença da “tradução”, por meio da qual ele e seus seguidores deveriam morrer juntos e partir para uma vida de prazeres em outro planeta.

No dia 18 de novembro de 1978, o congressista norte-americano Leo Ryan visitou Jonestown. Alguns fiéis quiseram partir com o congressista, o que motivou um ataque ao político e a mais 3 jornalistas que o acompanhavam. Eles conseguiram correr até a pista onde estava o avião, mas foram mortos a tiros por seguranças de Jim Jones. Começava o horror. A cúpula decidiu que a hora do suicídio coletivo havia chegado. Por meio da ingestão de veneno e dos tiros dados em quem tentava fugir, 914 pessoas morreram, 638 adultos e 276 crianças.

Theodore Robert Cowell. Ted usava o sobrenome Bundy, do seu padrasto

Psicopatas são encantadores e têm um talento especial para encontrar fraquezas nas pessoas e… explorá-las. Ted Bundy talvez seja o exemplo mais famoso dos 4. Extremamente inteligente, era formado em direito e psicologia, e tinha trânsito livre dentro do Partido Republicano norte-americano. Alto, atlético e bonitão, era o sonho de consumo das mulheres de Washington. Mas, na verdade, nada em Ted Bundy era o que parecia ser. Ele era um verdadeiro artista, controlador e manipulador, que se fazia de coitadinho para matar mulheres. E foi com essa máscara que ele assassinou de modo selvagem mais de 30 mulheres nos anos 70. Vaginas perfuradas por canos de metal, mamilos arrancados a mordidas, corpos esquartejados. a maioria das vítimas de Ted Bundy passou por horrores indescritíveis.

Mas nem a prisão tirou o carisma e a empáfia do psicopata serial killer. Showman até o fim, Ted Bundy demonstrou outro traço comum de um psicopata: o narcisismo. Segundo ele, nenhum outro advogado no mundo poderia defendê-lo tão bem quanto ele próprio. E realmente Bundy fez um trabalho fenomenal defendendo a si mesmo, tanto que o Juiz lamentou o fato dele ter se tornado um assassino dizendo que ficaria orgulhoso se aquele mesmo Ted Bundy estivesse praticando a lei naquela sala.
Por causa da grande diferença entre o método dos crimes cometidos por sociopatas e psicopatas, a distinção entre esses transtornos é, talvez, ainda mais importante para a criminologia do que para a psicologia. Isso porque os criminosos psicopatas, ao contrário dos criminosos sociopatas, cometem crimes de forma altamente organizada, muitas vezes depois de um meticuloso planejamento. Ted Bundy é um exemplo clássico de um psicopata e organizado serial killer.
Outro ponto de diferença é a etiologia. Muitos suspeitam que a psicopatia é o resultado da “natureza” (genética), enquanto a sociopatia é o resultado da “criação” (ambiente). De acordo com David Lykken, um geneticista comportamental conhecido por seus estudos sobre gêmeos, a psicopatia está relacionada a um defeito fisiológico que resulta no subdesenvolvimento da parte do cérebro responsável pelo controle dos impulsos e emoções. Sociopatia, por outro lado, seria o resultado de abusos e traumas na infância. 
O goiano Mohammed D’Ali assassinou e esquartejou a inglesa Cara Marie em 2008. Isso poderia ser apenas um indício de que ele queria se livrar do corpo de maneira mais fácil. Mas um fato interessante é que o pai do próprio Mohammed foi assassinado e esquartejado quando ele era apenas uma criança. É bem possível que o assassinato por esquartejamento do pai lhe causou um trauma na infância, que ele carregou (e ainda carrega) por toda sua vida.
Com base neste modelo, os sociopatas são capazes de empatia ou conexão emocional com outras pessoas, mas somente pessoas específicas, como um membro da família ou amigo e, mesmo assim, em contextos específicos. Psicopatas simplesmente são incapazes de ter empatia e de formar verdadeiros laços emocionais com alguém. E é essa habilidade de imitar empatia e emoção que faz do psicopata um indivíduo perigoso e, muitas vezes, pessoas altamente bem-sucedidas.

sábado, 6 de abril de 2013

A Psicopata que me persegue


O PSICOPATA NOSSO DE CADA DIA


Eles estão em toda a parte, como ervas daninhas.

Na política, nas igrejas, na medicina, em nossos ambientes de trabalho, na vizinhança, entre nossos "amigos"...

Em nossas famílias.

Esta verdadeira "peste" se espalha pelo tecido social e geralmente produz muitos estragos, deixando um rastro de destruição nas vidas de suas vítimas.

No meu caso, a PSICOPATA está há décadas dentro da família, roubando o que pode, lesando, mentindo, traindo... e, pior, reproduzindo seu comportamento delinquente, cooptando cúmplices para os crimes que sua mente transtornada engendra.

No meu caso, a PSICOPATA, em seus delírios de grandeza, me queria travada, internada como louca, enquanto ela, imaginem!, se transformaria numa espécie de minha "tutora", se apropriando de minha casa e meus pertences, destruindo minha vida pessoal e profissional, impedindo meu "brilho" e meu sucesso.

O Supra-Sumo da Cretinice. 

E da criminalidade.

Oportunista. Invejosa. Desonesta. Corrupta. Violenta.

Loba em pele de ovelha.




domingo, 24 de março de 2013

Criança psicopata: como identificar?


Uma pessoa me escreveu contando que convive com uma espécie de criança-problema, com 6 anos de idade, que apresenta temperamento difícil, agressivo, tempestuoso, desafiador. E me perguntou onde encontrar solução para tal problema.

Não sou psicóloga nem psiquiatra, como sabem. Apenas vítima de uma psicopata estelionatária, que há 4 décadas vem roubando minha família, para assim "subir na vida sem fazer força". Uma arrivista: mentirosa, mau-caráter à milésima potência.

É bastante provável que esta psicopata, que escalou minha família para lesar, roubar e fazer de "escada social", desde criança já tenha apresentado características de personalidade anti-social, roubando colegas na escola, por exemplo.

Há crianças que desde muito novas já demonstram frieza e crueldade com animais, por exemplo. Um comportamento sádico, de sentir prazer ao infligir dor e sofrimento a seres indefesos.

O que em minha opinião deve ser observado é a frequência com que tais atitudes acontecem. Eventualmente uma criança pode achar divertido provocar algum mal-estar num cachorro, por exemplo, amarrando algo em seu rabo... Mas isto não permitiria obviamente caracterizar a criança como psicopata.

Não é simples para pessoas comuns identificar comportamentos patológicos, mas aqui no blog tento trabalhar com a ideia de que devemos estar atentos, analisar, observar, nos precaver e aprender a nos defender dos psicopatas, tenham eles a idade que tiverem.

Como os estudiosos de tal transtorno dizem que não há cura para estes desvios de conduta, pois não se trata de doença, o mais importante para quem tem que conviver com estas criaturas maléficas é procurar o máximo de informação possível sobre como os psicopatas atuam, como funcionam suas mentes, e desenvolver mecanismos de defesa para evitar prejuízos.

O Mal existe e tem gente que simplesmente não presta.

Infelizmente, isto inclui também as crianças, que podem se mostrar incrivelmente perversas, inclusive praticando violência sexual e homicídios.

Portanto, vigilância. Este é o caminho. Observação atenta. Monitoramento constante. 

Tais crianças só terão seu comportamento destrutivo inibido se sentirem que existe algum risco contra elas. Portanto, o mais importante é descobrir seu potencial de maldade o mais cedo possível. E desmascará-la. Fazer com que a criança saiba que foi descoberta e que seu jeito de ser é conhecido e desaprovado.


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